Arquivo do autor:Aline Carvalho

Meditação Heart Chakra (Osho)

heart chakra(Foto: Diogo de Castro Lopes)

Heart Chakra é uma meditação que faz conectar com o coração. Renova a energia através de movimentos em diração aos quatro pontos cardeais, te deixando mais sensível e amoroso. No momento em que tu te preenche com esta amorosidade, vai querer compartilhar com os outros, pois há um transbordamento desta energia.

Até o quarto estágio ela é feita de olhos abertos acompanhando o movimento de expansão das mãos. As mãos têm uma conexão direta com o coração.

Estágios da Meditação  Heart Chakra

Primeiro Estágio: Horizonte

a) Comece em pé colocando ambas as mãos sobre o chakra cardíaco em posição de repouso;
b) Ao iniciar a música, mova a mão e o pé direito para a frente alternadamente, com a mão e o pé esquerdo até o final da música;
c) Volte à posição de repouso.

Segundo estágio: Paraíso na Terra

a) Ao iniciar a música, mova a mão e o pé direito para o lado direito alternadamente com mão e o pé esquerdo para o lado esquerdo;
b) Volte a posição de repouso.

Terceiro estágio: Expansão

a) Ao iniciar a música nova, a mão e o pé direito para trás, alternando com a mão e o pé esquerdo para trás;
b) Volte a posição de repouso.

Quarto estágio: Voltando para Casa

a) Execute seqüencialmente os movimentos dos estágios 1, 2 e 3;
b) Fique na posição de repouso até tocar o sino. Logo após, sentar.

Quinto estágio: Aqui e Agora

Mantenha-se sentado de olhos fechados até o final da música e dos sinos.

(Fonte: http://www.namaste.com.br/)

Ouça e baixe as faixas da meditação: http://www.iteia.org.br/audios/meditacao-heart-chakra-osho

#PorMaisParticipaçãoSocial

Somos o Movimento Nacional de Pontos de Cultura, que já realizou 4 Fóruns Nacionais desde 2007, reunindo presencialmente e articulando em rede virtual milhares de agentes culturais de todo o Território brasileiro. Temos como instância de articulação permanente, referência e representação a Comissão Nacional dos Pontos de Cultura, que é formada por representantes dos Estados e das mais diversas linguagens artísticas, matrizes e ações. Iniciativas que envolvem cerca de 8,4 milhões de pessoas no Brasil, segundo dados do IPEA.

Solicitamos aos senhores e senhoras dirigentes partidários e parlamentares que aprovem o decreto de participação popular, que estabelece a Política Nacional de Participação Social (PNPS). Nossa trajetória é uma das maiores experiências, em construção, de gestão compartilhada entre Estado e sociedade civil. Temos muitas contribuições para a criação, implementação e avaliação das políticas públicas, adquiridas durante os 10 anos em que o Programa Cultura Viva vem promovendo a autonomia, o protagonismo e o empoderamento da sociedade civil por meio da Cultura e da Cidadania.

O Estado Brasileiro precisa se aperfeiçoar, rumo a uma nova cultura democrática.

Comissão Nacional dos Pontos de Cultura/CNPdC

GT Pesquisa Viva: por uma cultura de pesquisa participativa

logo.teia_2014A Teia Nacional da Diversidade, realizada entre os dias 19 e 24 de maio em Natal (RN) reuniu pontos de cultura, grupos artísticos, movimentos sociais, gestores, pesquisadores e agentes culturais em um grande encontro do Programa Cultura Viva, que completa dez anos este ano. Entre debates, seminários, oficinas e apresentações artísticas, pontos de cultura todo o país tiveram a  oportunidade de trocar experiências e impressões, resgatar e avaliar o histórico do movimento, bem como propor novas diretrizes e caminhos.

Considerando as diversas pesquisas e estudos já realizados sobre o Programa, e buscando um maior diálogo entre estas narrativas e a realidade cotidiana dos Pontos de Cultura, foi criado durante o Forum Nacional de Pontos de Cultura o GT Pesquisa Viva, formado por ponteiros e pesquisadores interessados em produzir conhecimento e reflexões sobre o programa. O objetivo do grupo de trabalho é criar uma cultura de pesquisa dentro da rede do Cultura Viva, junto a pontos de cultura, gestores públicos e universidades. Por isso, busca-se potencializar a produção de indicadores e informações sobre o Cultura Viva através do levantemento, disponibilização e articulação em rede dessa produção criando espaços de intercâmbio de informações e metodologias junto a outras redes, buscando fomentar todos os atores do Programa como pesquisadores em potencial.

Entre as estratégias de ações desenhadas pelo grupo, estão:

. Contribuir com a criação de um repositório de pesquisas acadêmicas, estudos gerais e relatórios institucionais sobre o Programa já produzidos, em especial, pelos Pontos de Cultura e através deles. E a fim de fortalecer a rede, o repositório, iniciamente hospedado no site do Observatório de Políticas Públicas da UnB, será disponibilizado também nas plataformas do próprio programa, como iTeia, Rede Mocambos, Culturadigital.br, Rede Livre, Estúdio Livre, etc.

. Acompanhar as pesquisas e estudos em curso, como o Redesenho do Programa Cultura Viva e a pesquisa de Monitoramento e Avaliação da Rede Estadual que está sendo realizada pela Secretaria de Cultura do Rio de Janeiro, dando retorno periódico à rede sobre seu andamento.

. Fomentar a produção de conhecimento e levantamento de novos indicadores por parte dos próprios pontos de cultura, através da capacitação em pesquisa-ação participativa, com compartilhamento das metodologias e de seus resultados.

Respondendo ao objetivo de articulação com outras redes, já na Teia o recém-criado GT participou do Seminário Visões sobre o Programa Cultura Viva, nos dias 22 e 23 de maio, que teve como objetivo a retomada da Rede de Pesquisadores do Cultura Viva. Na ocasião, foi estabelecida uma parceria tripartite entre sociedade civil (GT Pesquisa Viva), academia (Observatório de Políticas Públicas da UnB) e gestão pública (Fundação Casa de Rui Barbosa / MinC), visando o fortalecimento das ações mencionadas acima.

Além disso, como uma primeira ação concreta, o grupo realizou na tarde do dia 23 uma oficina de pesquisa-ação participativa com o objetivo de construir de forma colaborativa a avaliação da Teia. O questionário, construído coletivamente, busca mapear a opinião dos ponteiros e demais participantes da Teia a respeito da programação do encontro, principais contribuições e aprendizados e também incita a reflexão sobre questões como representatividade e sugestões para próximas Teias. O formulário se encontra disponível em http://www.mostre.me/pesquisacaonateia.

Você que esteve na Teia da Diversidade compartilhando o trabalho do seuPonto de Cultura, participando da Feira da Economia Solidária, discutindo a Lei Cultura Viva, realizando a sua pesquisa sobre os Pontos de Cultura, ou simplesmente passando para conhecer o movimento, não deixe de responder. Sua participação é muito importante para termos uma visão geral dos frutos do encontro e como torná-lo ainda mais proveitoso para as próximas edições. Afinal, se a Cultura é Viva, a pesquisa é nossa!

 

*Outras referências imoportantes da Teia da Diversidade:

Clique aqui para ler a Carta de Natal, do Fórum Nacional de Pontos de Cultura

Clique aqui para ler a Carta final do I Forum de Gestoras e Gestores do Programa Cultura Viva

O 8 de março, a luta das mulheres e um novo mundo possível

“Quando uma mulher avança, nenhum homem retrocede” 

Por Bianca Rihan∗

 

Neste dia, explorado pelo mercado através de flores e bombons, saímos às ruas por mais direitos, contra a violência, mas, sobretudo, pela desconstrução das referências que relegam as mulheres à posição de propriedade. Nossa luta é pela quebra das referências estigmatizadas de masculino e feminino, pelo fim da cultura da opressão e da exploração, pela desmercantilização de nossas vidas.

Ainda em 1791, no desenrolar da Revolução Francesa (1789), Olympe de Gourges lançava a “Declaração dos Direitos das Mulheres e da Cidadã”, denunciando a limitação da “Declaração dos Direitos do Homem”, e reivindicando a participação feminina nos espaços políticos, o fim da prostituição, e a igualdade de direitos entre os sexos. Em meio àquele cenário de ebulição, Gourges pautava o “direito feminino a todas as dignidades, lugares e empregos públicos segundo suas capacidades” , pois “se a mulher tem o direito de subir ao cadafalso, ela deve poder subir também à tribuna.” Assim, chamava a atenção para a necessidade de reconhecimento de ativas participantes das lutas sociais que, contraditoriamente, viam seus direitos limitados no momento em que se alardeava o nascimento da “democracia” contemporânea:

“Diga-me, quem te deu o direito soberano de oprimir o meu sexo? (…) Ele quer comandar como déspota sobre um sexo que recebeu todas as faculdades intelectuais. (…) Esta Revolução só se realizará quando todas as mulheres tiverem consciência de seu destino deplorável e dos direitos que elas perderam na sociedade”. Muitas dessas mulheres chegaram a participar dos conflitos armados contra a monarquia absolutista, além de ocuparem todos os espaços de construção revolucionária, fazendo política em lugares até então dominados por homens e criando, inclusive, algumas organizações próprias como o “clube das tecelãs”. 

Acontece que boa parte das engrenagens dessa nova sociedade permaneceu antiga, os dominados de antes se tornaram dominantes, submetendo outros dominados. As mulheres continuaram a ser tratadas como sujeitos sem razão, e os desmandos de um governo que reivindicava os ideais de “liberdade, igualdade e fraternidade” foram responsáveis por assassinar inúmeras delas, inclusive Olympe de Gouges, guilhotinada em 3 de março de 1793 por “querer ser um homem de estado e ter esquecido as virtudes próprias do seu sexo”.  O fim do século XVIII e o início do XIX trouxeram transformações significativas no processo produtivo mundial, acarretando a Revolução Industrial e a consolidação do sistema capitalista. O trabalho feminino foi incorporado nas fábricas com salários aproximadamente 60% menores que os dos homens, jornadas de trabalho inseguras e insalubres, que chegavam a 17 horas diárias, além da recorrência de espancamentos e ameaças sexuais. Manifestações para denunciar as insustentáveis relações começaram a explodir.

A ebulição do XIX é tão marcante para o avanço da luta das mulheres , que a memória social a relaciona diretamente com a origem do Dia Internacional da Mulher. A versão mais conhecida sobre a criação simbólica do 8 de março remonta uma greve iniciada por operárias de uma fábrica de tecidos de Nova Iorque, no ano de 1857, que solicitava a redução das jornadas, salário igual para trabalho igual, e o fim dos abusos no ambiente de trabalho. Patrões e policiais teriam trancado as manifestantes na fábrica e posto fogo em suas dependências, matando asfixiadas e carbonizadas mais ou menos 130 trabalhadoras.

Porém, pesquisas mais recentes sobre o movimento feminista contestam essa versão, afirmando que a origem do 8 de março, apesar de amalgamar um grandioso panorama de lutas, está diretamente relacionado à militância das mulheres no interior do movimento socialista. Ana Isabel Álvarez Gonzales, autora do livro “As origens e a comemoração do Dia Internacional das Mulheres” entrecruza uma série de fontes esclarecendo a “mitologia” das versões que relegaram ao esquecimento as feministas socialistas. Segundo Gonzales, foi em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro no calendário ortodoxo), no processo da I Guerra Mundial, e de desencadeamento da Revolução Russa, que cerca de 90 mil operárias russas se organizaram contra a exploração imposta no trabalho, a fome, e a participação de seu país na guerra, liderando uma manifestação batizada de “pão e paz”.

A repercussão internacional do 8 de março, segundo Gonzales, também não teria sido firmada em 1910, como costuma apontar o senso comum. Nesse ano, Clara Zetkin sugeriu, de fato, a unificação de uma data para lembrar e reafirmar a luta das mulheres, durante a Conferência das Mulheres Socialistas em Copenhague. Porém, nos documentos sobre a conferência não há menções sobre nenhuma resolução do dia específico. Segundo a autora, a adoção do 8 de março se deu apenas em 1921, em outra conferência, a das mulheres comunistas, realizada em Moscou. Sua reivindicação passou a ser impulsionada pela recém criada 3ª Internacional, relembrando o ato das socialistas russas, e realçando a necessidade da manifestação de mulheres contra explorações de todos os tipos.

Apesar do longo histórico de luta das mulheres, em pleno século XXI continuamos agredidas pelo machismo e pelo capitalismo. As soluções forjadas por tal sistema de exploração apontam, cada vez mais, para a saciedade do mercado, que tem sua engrenagem na conivência de Estados opressores, e em ataques diretos à vida das mulheres. Seja através da exploração dos nossos corpos, da prostituição e da violência contra nós, do controle sobre nossa sexualidade, da invisibilidade de nossa dupla jornada de trabalho, dos limites a nossa autonomia, ou da negação de nossos direitos sociais.

Nos últimos meses, em que acompanhamos a onda dos megaeventos invadir o Brasil, temos nos preocupado com o aumento da exploração de meninas e mulheres em todo o território nacional. Apesar dos investimentos e oportunidades possíveis de serem gerados durante a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016, dia após dia, nos deparamos com vários de seus efeitos negativos. Na contramão das melhorias para a população brasileira, milhares de pessoas estão sendo despejadas de suas casas para que sejam atendidos os interesses do capital, leia-se empreiteiras, empresários e cafetões. A realidade é ainda mais dura quando se trata de mulheres pobres e negras, as mais afetadas pelas remoções e maiores vítimas da exploração sexual e tráfico de pessoas.

A previsão para o aumento do número de turistas no Brasil durante a Copa do Mundo calcula um salto de 5,5 milhões para aproximadamente 7,2 milhões . Os empresários da indústria sexual, por sua vez, começaram a se movimentar cedo, lançando pacotes promocionais com a inclusão de exploração sexual de mulheres e meninas, tratadas como propriedade, comercializadas como mercadoria.

Em 2012 um site intitulado “Garota Copa Pantanal 2014” foi tirado do ar por postar fotos de meninas menores de idade em posições sensuais e com camisas promocionais do campeonato. O site passou a ser investigado devido a suspeita de “agenciar” a iniciação de adolescentes na indústria sexual.  Nos canteiros de obra dos estádios já nota-se o aumento da prostituição de mulheres, adolescentes e crianças. No ano passado, o Jornal inglês Mirror publicou uma matéria mostrando a enorme incidência de meninas exploradas sexualmente nas proximidades do Itaquerão, em São Paulo.  

Em tempos de grandes eventos observamos, ainda, um aumento das recorrentes agressões às mulheres nos meios de comunicação e campanhas publicitárias. No mês passado, diversas organizações feministas lançaram nas redes sociais uma campanha de repúdio à marca Adidas, que confeccionou camisetas comemorativas da Copa no Brasil com os desenhos de um bumbum com fio dental e de uma mulher de biquíni. Ou seja, além da violência física, sofremos também com a violência simbólica, em que as ideologias dominantes – representadas pelos sistemas simbólicos – se transformam em funções políticas para submeter a ordenação do mundo a interesses específicos. Como dispositivo de poder, a mídia atua para garantir a hegemonia estrutural das classes dominantes e a reprodução da ideologia machista, racista e homofóbica inerente ao capitalismo. Assim, os estereótipos que relegam as mulheres a posições objetificadas, seja nas campanhas publicitárias, nos comerciais de cerveja, ou em novelas, invadem nossas casas todos os dias, apresentando como natural algo que é imposto. Estamos nas ruas para denunciar essa lógica, cobrar do Estado políticas públicas de combate à exploração sexual e a democratização dos meios de comunicação.

Na levada das jornadas de junho, apontamos também para a necessidade de um plebiscito popular como oportunidade de promover reformas estruturantes na organização de poder no Brasil, questionar o caráter patriarcal do Estado, aumentar a bancada feminina no Congresso e garantir nossas demandas. Segundo dados do DIAP (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar), dos nossos 594 parlamentares – 513 deputados e 81 senadores – 273 são empresários, 160 da bancada ruralista, 66 compõem a bancada evangélica e apenas 91 são representantes de trabalhadoras e trabalhadores da bancada sindical. Além disso, do universo de 594 parlamentares, somente 55 são mulheres. Para que o interesse público sobreponha o privado, a democracia se aperfeiçoe, e a maior participação da população na política seja garantida, é preciso o empenho no debate sobre uma Reforma Política capaz de desafiar os interesses econômicos, mantenedores das relações promíscuas entre empresários e políticos, e a sub-representação de gênero e de raça no Congresso Nacional. Nosso grito é pelo financiamento público de campanha e pelo voto em lista fechada com alternância entre homens e mulheres, aumentando a presença de mulheres no parlamento e colocando as disputas eleitorais em torno de projetos, e não de indivíduos.

Diante das investida da sociedade capitalista e patriarcal em nos domesticar, reafirmamos a luta das mulheres pelo direito de decidir sobre a própria sexualidade, e pelo fim de todos os tipos de violência que sofremos. A todos os perpetradores a aplicação da Lei Maria da Penha. Para que parem as mortes e sequelas causadas por abortos inseguros e clandestinos, entendemos a prioridade de fortalecimento do SUS e a descriminalização e legalização do aborto.

Conforme a célebre frase de Rosa Luxemburgo que intitula este artigo: “Quando uma mulher avança, nenhum homem retrocede”. Estamos nas ruas por outro mundo possível! Viva o 8 de março e a luta das mulheres!

 

Bianca Rihan é feminista, socialista, flamenguista e mestranda em história social pela Universidade Federal Fluminense.

Teia Rural 2013: o encontro da rede estadual dos Pontos de Cultura do Rio de Janeiro

Entre 5 e 8 de dezembro a Região Serrana recebeu a Teia Rural 2013 – o encontro da rede Estadual de Pontos de Cultura do Rio de Janeiro. Pela primeira vez realizada em três distritos (Lumiar e São Pedro, no município de Nova Friburgo, e Barra Alegre, no município de Bom Jardim), a Teia Rural recebeu agentes culturais, artistas, gestores, pesquisadores, Pontos de Cultura e outras iniciativas do Programa Cultura Viva para um fim de semana de debates, apresentações, articulações políticas e muito encantamento.

Primeiro dia da Teia Rural

O encontro contou com a presença de Pontos de Cultura de cerca de quarenta municípios do estado do Rio de Janeiro, e também de representantes do Pará, Ceará, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Brasília. Além disso, estiveram presentes Marcelo Pedroso, secretário executivo do Ministério da Cultura, presente pela primeira vez em uma Teia Estadual, Marcia Rollemberg, Secretária de Cidadania e Diversidade Cultural e Juana Nunes, diretora de Cultura e Educação da Secretaria de Políticas Culturais do MinC, Olívia Bandeira, coordenadora da Diversidade Cultural da Secretaria de Estado de Cultura e o deputado Robson Leite, relator da Lei Cultura Viva no Estado do Rio de Janeiro.

Estiveram presentes representantes da Plataforma Puente / Cultura Viva Comunitaria, articulação altinoamericana de redes culturais que, inspiradas pelo Programa Cultura Viva, reivindica políticas culturais para a cultura comunitária no continente. O evento recebeu o encontro da Rede de Museologia Social do Rio de Janeiro, reunindo representantes de Pontos de Memória, Ecomuseus e Museus Comunitários para discutir e acordar coletivamente os princípios, missões e ações da rede, bem como estreitar contatos com os Pontos de Cultura que possuem trabalho ligados à memória. Neste sentido, a Teia do Rio fortalece este movimento ao reconhecer as ações do Programa Cultura Viva (não apenas Pontos de Cultura, mas também Pontos de Memória, Pontos de Leitura, Pontinhos e Pontões de Cultura) como parte integrante das Teias e Foruns da rede Cultura Viva.

Teia Rural 2013

Na Mostra Artística do encontro se realizaram um total de 21 apresentações culturais entre São Pedro da Serra, Lumiar e Santo Antônio, envolvendo 165 artistas no total, entre artistas locais e de outras localidades do Estado. Entre as manifestaões culturais, a Teia foi palco para os Sanfoneiros da Serra, a Banda do Ponto de Cultura de Olária, o Mineiro Pau da Escola Municipal Vieira Batista, a Contações de Histórias da Escola Granada e Moara, os grupos Danças da Terra e do Mar e Timbres e Temperos do Ponto de Cultura Os Tesouros da Terra, o Boi de Miracema do Ponto de Cultura Cara da Rua, o grupo Mais Leitura, a Banda Bordados, o coletivo Soul Atitude Social e os cantores Nelson Paes, Kleber Mendonça, Fá Gonçalves e Thiago Vernek.

Um dos principais temas debatidos no encontro foi a questão da produção cultural no meio rural. A Roda de Conversa dos Pontos de Cultura Rurais revindicou a abertura de editais e políticas públicas específicas para o meio rural, que se garantam equipamentos de comunicação como a antena Gesac de acesso à internete que a Secretaria de Estado de Cultura faça caravanas e escritórios móveis em localidades rurais para divulgação, esclarecimento e apoio aos próximos editais.

Ainda neste tema foi discutida também a necessidade de um protocolo acordado junto aos governos que possa ser acionado durante situações de desastres e catástrofes naturais nas regiões atingidas. Durante a semana, inclusive, uma forte chuva atingiu o Norte do Estado, inviabilizando a participação de ponteiros da região, mais especificamente da cidade de Macaé, fortemente atuante na rede. Solidários aos companheiros, os participantes da Teia Rural aprovaram por unanimidade uma moção de apoio à cidade de Macaé e aos Pontos de Cultura que não puderam estar presentes. Veja aqui a moção completa:  http://va.mu/dhUt

Para além da área rural, a questão da institucionalidade da cultura e a necessidade de aproximação e maior diálogo entre Estado e agentes culturais em geral foi amplamente debatida no encontro. A Roda de Conversa sobre a Lei Cultura Viva e o CPF da Cultura, por exemplo, buscou discutir os impactos do Sistema Nacional de Cultura na organização da gestão cultural e na participação social nos três níveis de governo (União, Estados e Municípios). O grupo definiu, entre suas resoluções finais: a mobilização para aprovação da PEC 150 (que define respectivamente 2%, 1,5% e 1% dos orçamentos federal, estaduais e municipais para a cultura); a gestão compartilhada do Fundo de Cultura; e a criação dos Conselhos de Cultura com paridade e condições para que a sociedade civil tenha número, formação e condições operacionais (como acesso e circulação de documentos, consultoria jurídica), com a criação inclusive de uma ouvidoria, e compreendendo também o recorte temático, de linguagem, e a diversidade regional.

Já a Lei Cultura Viva, que transforma o Programa Cultura Viva em política de estado, está em tramitação no congresso e deverá em breve passar por sua votação final. Por sua vez, a lei estadual encontra-se na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, e precisa ser votada ainda em 2014, na atual legislatura do deputado Robson Leite (PT RJ), que esteve presente no encontro, caso contrário será arquivada. Sendo assim, os representantes do encontro demandaram que haja uma consulta pública a fim de efetivar a participação social, além da necessidade de se garantir o orçamento necessário para que seja implementada, uma vez que a Lei tenha entrado em vigor.

Roda de conversas

Ainda sobre esta relação entre Estado e sociedade civil, foi levantada a questão do diálogo entre as legislações existentes e da necessidade de reconhecimento e a patrimonialização de práticas culturais populares como a medicina tradicional. A Roda de Conversa sobre Cultura, Educação e Saúde trouxe assim a demanda de promover ações que contribuam com a valorização dos saberes e fazeres locais com olhar mais abrangente, a fim de garantir o direito dos atores sociais de exercer suas práticas, considerando suas formas e lógicas organizativas sem serem criminalizadas, e incluindo também as instituições, entidades universidades.

O Programa Viva, criado em 2004 pelo Ministério da Cultura, busca “desevendar o Brasil”, reconhecendo e potencializando iniciativas culturais em todo o país. Entre as mais diversas linguagens artísticas e áreas de atuação, os projetos apoiados integram uma rede de cultura e mantém encontros periódicos nas Teias.  No site www.teiarj.org e na página  https://www.facebook.com/teiaestadualdospontosdecultura encontram-se maiores informações e novidades sobre a Rede de Pontos de Cultura do Rio de Janeiro.

Originalmente publicado em: http://www.teiarj.org/index.php/component/k2/item/18-materia-teia-rural-2013

Teia Rural 2013: o encontro dos Pontos de Cultura do Estado do Rio

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O que é uma teia?

A Teia é o espaço de encontro nacional e regional dos Pontos de Cultura, e também das iniciativas em torno do Programa Cultura Viva. No estado do Rio de Janeiro, a TEIA RURAL será realizada este ano em Bom Jardim, nos municípios de Bom Jardim e Nova Friburgo, na região Serrana, entre 5 a 8 de dezembro de 2013.

O Estado Rio de Janeiro possui mais de 300 Pontos de Cultura, Pontinhos, Pontões e Pontos de Leitura pelas  8 regiões do estado: Metropolitana, Nordeste, Norte, Serrana, Baixada Litorânea, Médio Paraíba, Centro Sul e Costa Verde e divididos em cerca de 35 áreas de atuação, preservando a força motora do Cultura Viva: a diversidade.

A TEIA é um encontro, síntese do processo de empoderamento que acontece nas bases culturais da sociedade brasileira a partir do programa Cultura Viva e da organização dos pontos de cultura enquanto um movimento social. Misturando discussão política, reflexão, celebração e produção estética, a TEIA RURAL se organiza basicamente a partir de 3 grandes áreas: Fórum Estadual dos Pontos de Cultura, Mostras Artísticas/Celebrações e Seminário, e se propõe a ser um espaço de diálogo e reflexão entre os pontos de cultura, além de trazer referências conceituais da cultura contemporânea.

 

Pontos de reflexão

Cultura Comunitária ampliando o direito a cultura
Essa mesa abordará questões relacionados a importância da cultura comunitária na garantia do direito a cultura e de um desenvolvimento sustentável.  Abordando questões do Programa Cultura Viva, principal, política pública de cultura do país, que envolve uma rede de organizações de cultura comunitária espalhada no Brasil.
 
Políticas Culturais para áreas rurais
Essa mesa abordará políticas públicas de cultura voltadas para áreas rurais.  Entendo as concepções que regem as políticas de cultura para essas localidades.   O papel da cultura e a dimensão cultural que esses territórios  vivenciam em seu cotidiano.
 
Pontos de Cultura construindo um protocolo para a cultura
Essa mesa abordará experiências de diferentes áreas que são acionadas em situações de desastres naturais.   A intenção é possibilitar a criação de um conjunto de ações para serem realizadas pelos pontos de cultura em situações de desastres naturais .  Serão convidados organizações da sociedade civil, representantes governamentais e profissionais afins que possam contribuir com a elaboração deste protocolo.
 
Fórum de Pontos de Cultura e o CPF da Cultura
Essa mesa abordará questões relacionadas as normas e procedimentos que definiram as relações institucionais entre os entes federativos.  Aprofundando o debate sobre o CPF da Cultura: conselho, plano e fundo de cultura e correlacionando com a necessidade de organização dos pontos de cultura para atuarem mais diretamente nestas esferas.
 
Juventudes e os Pontos de Cultura
Essa mesa abordará a importância da participação dos e das jovens na rede de pontos de cultura.  Será destinado para garantirmos o debate sobre a participação juvenil nos pontos de cultura.

 

Como participar?

Formulário online de Pré-Inscrição, clique aqui

A organização da  TEIA RURAL fica a cargo do Fórum dos Pontos de Cultura do Rio, e está dividida em sub-comissões. Entre em contato com cada uma delas para saber como ajudar:

Captação – captacao@teiarj.org

Comunicação – comunicacao@teiarj.org

Debates – debates@teiarj.org

Infra-Estrutura – infra@teiarj.org

Comissão – comissao@teiarj.org

Contatos Gerais – teiarural2013@gmail.com

 

A Teia Rural dos Pontos de Cultura é nossa!

Participe

Interaja

Debata

Divulgue!

 

Para saber mais: http://www.teiarj.org

Siga a Teia no Facebook e fique sabendo das novidades!

Amanhã vai ser maior

Enquanto recursos públicos se evaporam em festas de fraternindade, um sino de fogo rosa soa nas nuvens” – Rimbaud

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O Coletivo Câmera Rebelde convoca: Ato pela Libertação dos Presos do dia 15 de Outubro

Será realizado na Cinelândia, em frente às escadarias da Câmara, nesta quarta-feira, dia 30 de Outubro, a partir das 18 horas, um ato político e cultural pela Libertação dos Presos do dia 15 de Outubro. Cineastas, Militantes, Artistas, Estudantes, Indígenas, Coletivos, Organizações da Sociedade Civil, todas estão convidadas para o ato que ocorrerá com performances, falas abertas e a exibição do filme Distopia (021), do cineasta Victor Ribeiro, um dos presos do dia 15.

 

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Entenda o caso*

As detenções arbitrárias cometidas pelo Estado do Rio contra os manifestantes presos no dia 15 de Outubro denuncia a forma com a qual o Brasil lida com o exercício da cidadania. Segundo informações da Polícia Civil, no protesto realizado em apoio aos professores, dia 15/10, cerca de 190 pessoas foram conduzidas à força até as delegacias, tendo ocorrido 64 casos de prisão provisória em decorrência de supostos flagrantes. Além do grande volume de detenções arbitrárias, o que qualifica especialmente este dia é o uso da Lei de Organizações Criminosas (Lei 12.805/2013) contra os manifestantes, enquadrando a atividade de protesto sob o título de “associação criminosa”. O oficio destaca também o anúncio do Estado brasileiro, mesmo antes das detenções, que se valeria desta lei, mostrando uma intenção de criminalizar a indignação popular independente da conduta individual.

Ficou evidente a tentativa de coibir a livre manifestação através do endurecimento penal e da opressão. Igualmente grave foi o uso de tipos penais inafiançáveis, para dificultar a liberdade dos manifestantes detidos, e a imposição de internação forçada para os adolescentes. No mês passado, o Relator Especial da ONU para Liberdade de Expressão disse que vê uma escalada da violência e da arbitrariedade por parte do Brasil. Sete (7) manifestantes ainda estão presos.

Na quinta-feira, dia 24, a juíza Cláudia Pomarico Ribeiro, da 21º Vara Criminal, negou o pedido de relaxamento com o pedido de liberdade de Daniela Soledad dos Santos Barbosa (Sol), estudante de Letras da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), atriz – participante do grupo de teatro Tá Na Rua -, e de Victor Gonçalves Ribeiro de Souza, cineasta, um dos organizadores do Festival Globale Rio, acusados de incêndio. A Vara negou pela segunda vez o pedido de liberdade provisória para os dois. A decisão é polêmica, pois o Ministério Público, responsável pela acusação, solicitou a liberdade provisória dos jovens, alegando não haver provas de flagrante. A juíza, no entanto, levou em conta apenas o depoimento dos policiais do Batalhão de Choque da Polícia Militar que executaram a prisão. Uma sequência de fotos feita por Grasiele Nespoli, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz, desmente a versão da PM. As imagens mostram que o fogo teria sido provocado por uma outra pessoa, diferente dos acusados, cerca de 30 minutos antes da passagem de Victor e Sol pelo local. Jair Seixas Rodrigues (Baiano), militante da Frente Internacionalista dos Sem-Teto (FIST), foi enquadrado na conduta de associação criminosa. O ativista já havia alertado diversas vezes sobre uma possível perseguição por parte das autoridades públicas. Além deles, os irmãos Douglas Silva Pontes e Matheus Da Silva Pontes estão sendo processados por formação de quadrilha. Henrique Pires teve a liberdade concedida, mas teve problemas no momento do SarqSeap e ficou retido. Rafael, pessoa em situação de rua, está encarcerado desde o dia 20 de junho. Ele não portava documentos na hora da prisão.

*Nota da Justiça Global

 

Mais duas liberdades! Acaba de ser confirmado que foi concedido hoje (25) Habeas Corpus em favor dos irmãos Douglas Silva Pontes e Matheus da Silva Pontes, presos desde o dia 15/10. Estas liberdades se somam a outras duas conseguidas hoje pelo DDH: a de Victor Gonçalves Ribeiro e a de Daniela Soledad dos Santos Barbosa. Estamos acompanhando o cumprimento das decisões, que devem ser efetivadas no prazo legal de 24 horas. Ainda permanecem presos os manifestantes Henrique Costa Pires e Jair Seixas (Baiano). Ninguém será esquecido!

Lei Cultura Viva chega ao Senado: agora é PL 90/13!

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O Projeto de Lei que “Institui a Política Nacional de Cultura Viva, destinada a promover a produção e a difusão da cultura e o acesso aos direitos culturais dos diferentes núcleos comunitários de cultura”, depois de aprovado por unanimidade em 3 Comissões temáticas da Câmara dos Deputados, chega ao Senado Federal, para uma etapa decisiva em sua tramitação!

Após a escolha do relator, que deve se dar nos próximos dias, o projeto será apreciado e votado pelo Senado. Se aprovado sem alterações substanciais, o projeto segue direto para sanção presidencial. Caso haja alteração substancial, o projeto retorna à Câmara para ser votado em plenário.

O momento é decisivo! O PL Cultura Viva, apresentado ao Congresso Nacional pela atual Presidente da Comissão de Cultura da Câmara, deputada Jandira Feghali, é fruto de um amplo processo de consulta e participação popular, e incorpora em seu conteúdo as mais diversas contribuições da sociedade civil e também do Ministério da Cultura, que já manifestou seu apoio à aprovação do projeto.

É muito importante que o PL Cultura Viva seja aprovado AINDA ESTE ANO pelo Senado e encaminhado para a sanção da Presidenta Dilma, selando um compromisso deste governo com a cultura viva comunitária do povo brasileiro.

PL CULTURA VIVA: Aprovação Já!

 

 

Lei Cultura Viva aprovada na Câmara dos Deputados

A Lei Cultura Viva foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados do Brasil. Agora o projeto vai direto para o Senado. Se aprovado, segue para a sanção presidencial!
 
Esta é uma demanda real da sociedade civil, protagonista do Programa Cultura Viva que foi desenvolvido pelo Ministério da Cultura e engendrou em rede cerca de 4 mil iniciativas culturais. Envolveram em suas atividades cerca de 8 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em pesquisa realizada no ano de 2009.Assim sendo, a Lei Cultura Viva é mais que a consolidação de um programa, representa uma nova forma de governos se relacionarem e dialogarem com a sociedade. Uma sociedade que há muito tempo já faz, seja diretamente pela cultura ou outros campos da vida, trabalhos em comunidade. E agora quer ser reconhecida em seu protagonismo e em suas formas de autogoverno, mais autonomas e descentralizadas.Saiba mais sobre o processo de tramitação da Lei no Infográfico:
 

Saiba mais sobre a Lei:

O que são Pontos de Cultura?Iniciativas culturais independentes, comunitárias e auto -gestionadas, articuladas  em rede, desenvolvidas com autonomia e protagonismo pela sociedade civil.

Ponto central da Lei:
Cria mecanismos permanentes – Pontos de Cultura como instrumento do estado- para uma política cultural baseada no reconhecimento e apoio do Estado às manifestações, linguagens e formas de expressão independentes e comunitárias.Para quem?

Entidades, grupos, coletivos e processos culturais de arte , cultura e comunicação de caráter independente e comunitario, informais e formais

Por que?

Para os coletivos dizerem não somente “o que querem” (ou necessitam), mas “como querem”, e assim recebem meios para essa execução direta; Para estabelecer novas formas de relacionamento entre governos e sociedade. Uma sociedade que há muito tempo já faz e que agora quer ser reconhecida em seu protagonismo e em suas formas de autogoverno.

Como:

Desburocratizando e simplificando o processo de financiamento e prestação de contas de entidades, grupos e coletivos culturais com programas do Estado.

Cadastro Nacional de Pontos de Cultura (a exemplo do currículo Lattes, do CNPQ, ou de cadastro de entidades assistenciais),

Prestação de contas:

No lugar de de convênios burocráticos, contratos e prestação de contas por resultados e com controle comunitário.

Festival Tropixel

 

O Festival TropixelArte, Ciência, Tecnologia e Sociedade vai reunir artistas, cientistas, ativistas e pesquisadores de diferentes lugares do Brasil e do mundo em Ubatuba. Realiza-se de 21 a 25 de outubro de 2013, simultaneamente à Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Chamada por Propostas de Participação

Estamos recebendo propostas de pessoas, coletivos ou organizações de qualquer localidade do Brasil ou do mundo que queiram integrar a programação do Tropixel. Serão aceitos para avaliação desde esboços até projetos já estruturados ou em implementação, em formatos diversos: oficinas, intervenções urbanas, grupos de trabalho, sessões de hacking, exibição de vídeos, apresentações artísticas, pesquisa de campo, etc. Serão escolhidas as melhores propostas que promovam o diálogo entre arte, ciência, tecnologia e sociedade e busquem reverberar na realidade de Ubatuba. Cada proposta deve estar associada a alguns do eixos temáticos do Tropixel (Ambientes, Pessoas e Coisas). As propostas podem estar associadas com organizações e comunidades da cidade: associações comunitárias, ONGs de defesa da fauna marinha, escolas técnicas, comunidades tradicionais, organizações dedicadas à sustentabilidade e permacultura, produtores culturais, pesquisadores e ativistas.

Cada proposta será estudada individualmente pela produção do Tropixel de modo a se encontrar a melhor combinação de colaboradores. Não há limites de números de submissões permitidas por indivíduo, grupo ou organização (esperamos apenas senso comum à este respeito).

Recursos

O Festival Tropixel está buscando apoio financeiro e estrutural de diferentes parceiros e organizações. Dependendo do sucesso dessas articulações, poderemos ajudar a financiar o transporte, hospedagem e alimentação para proponentes dos projetos aprovados. Aceitamos também contribuições diretas e sugestões de caminhos para o financiamento da participação de projetos. Propostas que precisem de cartas de convite já podem pedi-las pelo formulário de contato. Consulte também mais informações sobre transporte, hospedagem, clima e alimentação em Ubatuba.

Envie sua proposta!

Por favor preencha o formulário de envio de propostas. A seleção será realizada pela comissão organizadora do Tropixel. Na hipótese de surgirem propostas similares ou com temáticas relacionadas, a comissão tomará a liberdade de propor seu agrupamento ou desenvolvimento conjunto. Quanto antes sua proposta for enviada, mais tempo teremos para avaliá-la, planejar sua viabilização e construir parcerias. Não serão avaliadas propostas enviadas após o dia 01/09/2013!

 

Saiba mais: http://tropixel.ubalab.org/pt-br

 

 

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