Compartilhando…

Hoje, 14 de julho, comemora-se o Dia Internacional da Liberdade de Pensamento, em referência à Revolução Francesa, quando em 1789 os revolucionários tomaram a prisão da Bastilha (que hoje virou o correspondente parisiense para a Lapa carioca, por sinal, a 10 minutinhos aqui de casa de bicicleta).

Os ideais “liberdade, igualdade e fraternidade” assumem hoje uma nova forma no mundo contemporâneo: práticas conservadoras sob o signo da liberdade de expressão, a desvalorização da diversidade sob o discurso da igualdade e uma fraternidade apenas por educação,  em uma sociedade cada vez mais competitiva e individualista.

Ao mesmo tempo, temos a possibilidade de se expressar para além de um sistema unilateral de comunicação, sem necessariamente depender de um mediador. Através de diversas redes e bandeiras, vemos crescer experiências baseadas no compartilhamento e no aprendizado mutuo.

Fica aqui então minha humilde contribuição para este Dia da Liberdade de Pensamento, algumas das coisas que venho escrevendo, questionando, descobrindo, enfim pensando:

Artigo para a Revista Virus Planetário sobre o crowdfunding (financiamento coletivo). (Julho 2011)

Artigo sobre o crowdfunding (financiamento coletivo), sob a pespectiva do marketing participativo e do consumo colaborativo (Abril 2011)

Artigo com Adilson Cabral sobre a plataforma culturadigital.br como “um novo jeito de fazer política pública no workshop “The Future of Social Web” em Barcelona, na Espanha. (Março 2011)

Apresentação com Adilson Cabral sobre a politica brasileira para Cultura Digital no workshop “The Governance dimension on the Internet of Things” em Leipzig, na Alemanha. (Março 2011)

Artigo sobre o Programa Cultura Viva e os Pontos de Cultura dentro do contexto de políticas para a diversidade cultural. (Janeiro 2011)

De que forma o contexto vivido pela chamada “geração de 70” repercute hoje em políticas culturais? Buscando marcas “contraculturais” na atualidade, a proposta é identificar traços do pensamento daquela época hoje, em novos contextos. (Outubro 2010)

Entrevista feita pelo Circuito Universitário de Cultura e Arte da UNE com o músico e ex-Ministro da Cultura Gilberto Gil, sobre política, juventude, cultura e educação. (Agosto 2010)

Resenha do filme “Uma noite em 67”,  sobre a final do III Festival da Record, para a Revista de História da Biblioteca Nacional (Agosto 2010)

Apresentação sobre a Tropicália no contexto da produção cultural brasileira na década de 60 (Abril 2010)

Resenha sobre o livro “Ponto de Cultura: O Brasil de baixo pra cima”, de Célio Turino, para a Revista de História da Biblioteca Nacional (Novembro 2009)

Livro publicado pela editora Multifoco, resultado da minha pesquisa de monografia em Estudos de Mídia pela Unversidade Federal Fluminense. (Junho 2009)

Os arquivos se encontram sob licença Creative Commons, e os textos em formato aberto (.odt). Se você não consegue visualizá-los, pode baixar o editor de texto livre OpenOffice aqui.

Tudo isso é resultado da interação com outros textos, livros, filmes, aulas, palestras, conversas, tweets e mesas de bar, então espero que esta troca de conhecimento continue circulando e inspire você tanto quanto me inspirou.

E deixo também um chamado: Não fique parado esperando um diploma, um patrocinador, uma editora. Experimente, inove, erre, acerte, compartilhe.

Somos nós por exemplo, apenas vozes da voz“.

Sobre Aline Satyan

Aline Satyan é formada em Estudos de Mídia pela Universidade Federal Fluminense, mestre em Indústrias Criativas pela Universidade Paris 8 e autora do livro “Produção de Cultura no Brasil: Da Tropicália aos Pontos de Cultura”. Com experiência em políticas culturais e programas de formação para a cultura, trabalhou em diferentes projetos na esfera governamental e universitária. Há alguns anos tem se dedicado a estudar processos de colaboração e atuar como educadora, facilitadora de grupos e consultora de gestão em organizações culturais. Certificou-se em design para sustentabilidade no Programa Gaia Education na ecovila Terra Una (Liberdade, MG) em 2014, Aprofundamento em Dragon Dreaming na Pedra do Sabiá (Itacaré, BA) em 2015 e em Design Permacultural no Instituto Pindorama (Nova Friburgo, RJ) em 2016. É coordenadora do programa Gaia Jovem Serrano, co-fundadora da Cena Tropifágica e da Txai Design de Experiências, e sua principal busca atualmente é por uma vida de consciência, criatividade e em cooperação. Para saber mais: https://www.facebook.com/gaiajovemserrano/ https://www.facebook.com/txaidesigndeexperiencias/ http://www.cenatropifagica.com/

Publicado em 14/07/2011, em Uncategorized. Adicione o link aos favoritos. 1 comentário.

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